Matrículas abertas

Estão abertas as matrículas para os cursos técnicos da Fundação de Educação para o Trabalho (Utramig). São 505 vagas para os cursos de Informática, Eletrônica, Telecomunicações, Análises Clínicas, Biotecnologia, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho, Enfermagem e Multimídia.
De acordo com o Edital – 2º semestre DEP nº 01 /2018 Utramig, o início das aulas está previsto para 30 de julho. Todos os cursos exigem estágio e serão realizados nos turnos da manhã e da noite, de segunda à sexta-feira, nos horários de 7h20 às 11h40 (turno da manhã) e de 18h20 às 22h40  (turno da noite).

A oferta de cursos técnicos é uma das atribuições institucionais da Utramig, que entre outras finalidades, busca a promoção e a qualificação profissional, alinhada à política formulada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese).

Sobre as inscrições

O período de matrícula é de 11 de junho a 27 de julho e deve ser feita na Secretaria de Cursos Técnicos da Utramig, localizada na Avenida Afonso Pena, 3.400, bairro Cruzeiro, Belo Horizonte, de 8h às 19h

No ato da inscrição, o candidato deve apresentar o boleto bancário, quitado, no valor de R$ 230,00 (duzentos e trinta reais); 1 (uma) foto (3 x 4); Contrato de Prestação de Serviços Educacionais assinado (fornecido pela Instituição).

Original e cópia dos seguintes documentos:

Título de Eleitor e comprovantes de quitação eleitoral;

Carteira de Identidade ;

CPF ;

Comprovante de residência atualizado (60 dias);

Histórico Escolar ou declaração de matrícula no Ensino Médio;

Certidão de nascimento ou casamento;

Certificado de Reservista ou de Dispensa de Incorporação (original e cópia);

Laudo médico ou documento hábil, em caso de PCD (pessoa com deficiência).

 

Fonte: Utramig

Coleção História Geral da África

Em 1964, a UNESCO dava início a uma tarefa sem precedentes: contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.

Quase 30 anos depois, 350 cientistas coordenados por um comitê formado por 39 especialistas, dois terços deles africanos, completaram o desafio de reconstruir a historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro. Estavam completas as quase dez mil páginas dos oito volumes da Coleção História Geral da África, editada em inglês, francês e árabe entres as décadas de 1980 e 1990.

Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza. Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto.

O objetivo da iniciativa é  preencher uma lacuna na formação brasileira a respeito do legado do continente para a própria identidade nacional.

O Brasil e outros países de língua portuguesa têm agora a oportunidade de conhecer a Coleção História Geral da África em português. A coleção foi lançada em solenidade, em Brasília, com a presença dos ministros de Educação e Cultura.

Faça aqui o download da coleção.

História Geral da África (Versão Mecdaisy)

Estratégias didáticas para o ensino da Matemática

1. A importância da aprendizagem significativa dos conceitos da Matemática

Alunos da EMEF PROFESSOR OLAVO PEZZOTTI. Curso online de Matemática - Conhecimentos geométricos. Crédito: Marina Piedade

Quero propor algumas reflexões sobre as estratégias didáticas que os professores de Matemática podem utilizar para ajudar os alunos a construírem seus conhecimentos sobre a disciplina.

A aprendizagem no ambiente escolar deve permitir que o aluno compreenda o assunto por meio de exemplos ligados ao seu cotidiano para que, posteriormente, ele seja capaz de resolver problemas mais complexos. A aprendizagem que atribui significado ao conceito permite que os alunos tomem decisões com mais segurança e autonomia em diversas situações.

Chamamos de aprendizagem significativa essa intenção de propiciar aos alunos condições para os conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais, favorecendo o desenvolvimento de competências e habilidades, valores e princípios éticos para atuarem na sociedade.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais dos diferentes níveis de ensino, publicados em 1998, 1999 e 2002, e outros documentos oficiais referentes à Educação no Brasil têm enfatizado a necessidade de focar o ensino e a aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo conceitual. Essa visão está em sintonia com uma tendência mundial fundamentada nos quatro pilares para a Educação propostos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, sigla em inglês): aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver com os outros e aprender a ser.

 

2. Sequência didática é um bom instrumento para o professor

Alunos da EMEF PROFESSOR OLAVO PEZZOTTI. Curso online de Matemática - Conhecimentos geométricos. Crédito: Marina Piedade
David Ausubel (1982) afirma que a aprendizagem significativa ocorre somente quando o aluno é capaz de perceber que os conhecimentos escolares são úteis para sua vida fora da escola. E, por isso, os professores precisam estar sempre atentos e refletirem sobre como ajudar os alunos a compreenderem a importância dos saberes escolares e a maneira de aplicá-los na vida em sociedade.

Para proporcionar a aprendizagem significativa, uma das estratégias é a sequência didática. Dolz e Schneuwly (2004) defendem que as sequências didáticas são instrumentos que podem nortear os professores na condução das aulas e no planejamento das intervenções. Além disso, os autores entendem que a sequência de atividades deve permitir a transformação gradual das capacidades iniciais dos alunos. As atividades podem ser concebidas com base no que os alunos já sabem e, a cada etapa, aumentar o grau de dificuldade, ampliando a capacidade desses estudantes.

Mas o que são sequências didáticas? Trata-se de um conjunto de atividades concebidas e organizadas de tal forma que cada etapa está interligada à outra. Ao planejá-la, o professor tem como objetivo ensinar um determinado conteúdo, começando por uma atividade simples até chegar às operações mais complexas. Ou seja, elas são elaboradas de modo a respeitar os graus de dificuldade que os alunos irão encontrar nas tarefas, tornando possível sua superação.

Para isso, é importante que o professor tenha claro quais as expectativas de aprendizagem ele deseja alcançar em uma determinada aula ou período (semana, mês, bimestre etc.).

A definição de expectativas de aprendizagem, encontrada em diversos documentos oficiais de secretarias de Educação, se baseia em critérios como: relevância social e cultural; relevância para a formação intelectual do aluno e potencialidade para a construção de habilidades comuns; possibilidade de estabelecer conexões interdisciplinares e contextualizações, acessibilidade e adequação aos interesses da faixa etária do aluno.

 

3. Cada etapa da sequência didática precisa ter objetivo claro

Professora e alunos da EMEF PROFESSOR OLAVO PEZZOTTI. Curso online de Matemática: Sistemas de numeração.Crédito: Marina Piedade

 

Para desenvolver uma sequência didática, é preciso planejar suas etapas de acordo com a expectativa de aprendizagem. Eis alguns pontos que devem ser levados em conta pelo professor:

a. Compreender a situação-problema: ter clareza do que se pede no enunciado da atividade
Nesse momento, o professor poderá verificar o que os alunos sabem ou não sabem sobre o que se pede. Algumas pistas sobre as necessidades de aprendizagem dos alunos poderão ser identificadas, como dificuldades de leitura ou interpretação e compreensão dos enunciados de problemas.

b. Identificar os conhecimentos que estão no cerne da situação-problema
O professor poderá observar se os alunos reconhecem os conhecimentos trabalhados que estão propostos na atividade. É importante que as tarefas sejam elaboradas de tal forma que, em algumas delas, o aluno consiga notar imediatamente o conceito necessário para resolver a questão, uma vez que ele está explícito no enunciado. Em outras, o aluno precisa analisar o enunciado e identificar o que está sendo pedido, pois não há indicação clara sobre o conteúdo necessário para resolver a questão.
Para esclarecer, apresento dois exemplos de atividade em Matemática:
I) Sabendo que x é a medida da hipotenusa do triângulo retângulo ABC. Qual o valor de x?

Figura para exercício de Matemática no artigo de Demerval Santos Cerqueira para o Palavra de Especialista. Divulgação

Nessa atividade, mencionamos no enunciado algumas palavras-chave – triângulo retângulo e hipotenusa – que possivelmente levarão o aluno a utilizar o Teorema de Pitágoras para solucioná-la.
II) Do alto de um edifício, o Homem-Aranha observa um assalto que ocorre em frente a um prédio que está localizado do outro lado da avenida. Para pegar o criminoso, ele terá que lançar uma teia em direção à haste da bandeira, afixada na fachada desse outro edifício, conforme mostra a figura a seguir.

Figura para exercício de Matemática no artigo de Demerval Santos Cerqueira para o Palavra de Especialista. Divulgação

A largura da rua entre os prédios mede 14m e cada calçada ao lado dos prédios mede 3 m de largura. A haste da bandeira está a 9 m do chão e a altura do prédio onde o Homem-Aranha está é de 24 m.
Ao lado do Homem-Aranha há um pedaço de um encanamento que fica exatamente na extremidade da fachada do prédio. Ele prenderá a teia nesse cano e irá lançá-la até a haste da bandeira no outro prédio, deslizando por ela até prender os ladrões.
Qual será a medida desse fio de teia por onde o Homem-Aranha deslizará?

Nessa situação, não mencionamos no enunciado os conhecimentos matemáticos que poderão auxiliar os alunos a encontrar a solução. Uma possibilidade é o Teorema de Pitágoras, pois o fio de teia lançado e esticado será a hipotenusa do triângulo retângulo imaginário que podemos formar, considerando a distância entre as paredes dos prédios e a diferença de altura entre a haste da bandeira e a altura do prédio onde o Homem-Aranha está.

c. Decidir os procedimentos necessários para encontrar a solução da situação-problema
Uma vez que os alunos identificaram os conhecimentos envolvidos na proposta, eles adotarão os procedimentos necessários para encontrar a solução.
As observações e reflexões feitas pelo professor são essenciais para orientar e esclarecer dúvidas relacionadas aos conceitos e procedimentos adotados, que devem seguir determinadas regras para sua execução.

d. Verificar e/ou validar os resultados obtidos
Essa etapa é tão importante quanto as demais porque os alunos precisam verificar se a resposta encontrada de fato atende o que é pedido no enunciado.
Os alunos que fazem essa validação deixam de agir de modo “mecânico”, apenas seguindo regras, e passam a ser indivíduos autônomos e conscientes do que fazem com reflexão, análise e ponderação.

 

4. Antes de planejar a atividade, é preciso descobrir o que o aluno já sabe

Professora e alunos da EMEF PROFESSOR OLAVO PEZZOTTI. Curso online de Matemática: Cálculo mental. Crédito: Marina Piedade
Antes de elaborar a sequência didática, o professor deve fazer um diagnóstico do conhecimento prévio desses alunos e, com base nesses resultados, formular as atividades com o objetivo de ampliar as aprendizagens. Conhecimento prévio é um conjunto de concepções, representações e conhecimentos adquiridos pelo aluno em experiências anteriores, que podem ter acontecido dentro ou fora da escola. Esses conhecimentos prévios determinam em boa parte o conjunto de informações que ele selecionará para tentar resolver as atividades apresentadas na aula.

As sequências didáticas também poderão articular outras atividades e disciplinas, criando situações para pesquisa, leitura, interpretação, análises, levantamento de hipóteses e tomadas de decisão e de validação.

Quando bem elaborada, a sequência didática privilegia os conhecimentos prévios dos alunos, permitindo que eles argumentem e apresentem hipóteses, o que também favorece a boa interação entre colegas e com o professor. Essas atividades devem instigar a curiosidade e motivar o aluno a aprender os novos conceitos.

 

5.  A avaliação ajuda o professor a definir os passos seguintes

Jogo de tabuleiro de Matemática. Trilha de multiplicação e tabuada. Graziela De Muylder, professora, com seus alunos da Escola Balão Vermelho. Palavra de especialista com Ana Flávia Alonço Castanho, selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. Crédito: Leo Drumond

Saber o que os alunos já conhecem também permite ao professor prever as possíveis dificuldades dos estudantes e preparar intervenções adequadas para serem utilizadas durante a sequência de atividades.

A avaliação tem papel importante porque ajuda o professor a refletir sobre os avanços na aprendizagem dos alunos. As aulas podem ser avaliadas de várias maneiras por meio de conversas realizadas durante o desenvolvimento da sequência didática, de atividades escritas individuais ou coletivas ou de observações feitas pelo professor, por exemplo.

É importante que o professor compreenda que as avaliações dos alunos expressam o que eles já aprenderam e apontam onde ainda precisam de ajuda. E é com base nessas informações que o professor poderá reorganizar suas ações didáticas e ajudar os alunos a superarem suas dificuldades.

 

Fonte: novaescola.org.br

Videoteca Diversidade Cultural

Visando instrumentalizar práticas pedagógicas em Diversidade Cultural, encaminhamos link de uma videoteca elaborada pela TV escola. Trata-se de uma plataforma de comunicação e ferramenta pedagógica disponível ao professor: seja para complementar sua própria formação, seja para ser utilizada em suas práticas de ensino.

 Para acessar os vídeos clique aqui 

Educação Ambiental – Abordagens Pedagógicas.

Mais de que um direito consagrado, a educação ambiental constitui importante abordagem de carácter transdisciplinar e sistêmico. Inaugurada oficialmente pela LDB e pela  Política Nacional de Educação Ambiental –Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 (saiba mais clicando aqui) – a educação ambiental deve permear todas as etapas de ensino no Brasil. Abaixo disponibilizamos uma série de publicações elaboradas pela Ministério da Educação e tratam da temática:

Link Publicações MEC

Educação Ambiental – Publicações

 

1) ProNEA – Programa Nacional de Educação Ambiental

2) Educação ambiental: aprendizes de sustentabilidade

3) Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola

4) Pensar o ambiente: bases filosóficas para a educação ambiental

5) O que fazem as escolas que dizem que fazem educação ambiental

6) Um retrato da presença da EA no ensino fundamental

7) Com-Vida / Agenda 21 na Escola

8) Consumo sustentável

9) Coletivos Jovens de Meio Ambiente – Manual Orientador

10) Juventude, cidadania e meio ambiente

11) Políticas públicas de EA

12) Viveiros educadores

13) Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental

14) PCN – Meio Ambiente

15) Horta escolar

16) Tratado de Educação Ambiental

17) Carta das Responsabilidades para o Enfrentamento das Mudanças Ambiental Globais

18) Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental Resolução CNE/CP nº 02/2012

19) Mudanças Ambientais Globais – Cadernos Temáticos: TerraFogoÁgua e Ar

20) Vamos cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis

21) Cartilha turma da Mônica

22) Passo a passo para a Conferência de Meio Ambiente na Escola + Educomunicação

 

Conceitos de Educação Ambiental

 

“Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.”  (Política Nacional de Educação Ambiental – Lei nº 9795/1999, Art 1º.)

“A Educação Ambiental é uma dimensão da educação, é atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torná-la plena de prática social e de ética ambiental.” (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, Art. 2°.)

“A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consciência de sua realidade global, do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação.”  (Conferência Sub-regional de Educação Ambiental para a Educação Secundária – Chosica/Peru (1976)

“A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A educação ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética que conduzem para a melhora da qualidade de vida”  (Conferência Intergovernamental de Tbilisi (1977)

“A Educação Ambiental deve proporcionar as condições para o desenvolvimento das capacidades necessárias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do país, intervenham, de modo qualificado tanto na gestão do uso dos recursos ambientais quanto na concepção e aplicação de decisões que afetam a qualidade do ambiente, seja físico-natural ou construído, ou seja, educação ambiental como instrumento de participação e controle social na gestão ambiental pública.”
(QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008)

“A Educação Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore séticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, que implica a questão distributiva entre benefícios e prejuízos da apropriação e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da ação coletiva e organizada, busca a compreensão e a superação das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.”  (SORRENTINO et all, Educação ambiental como política pública, 2005)

“A Educação Ambiental, apoiada em uma teoria crítica que exponha com vigor as contradições que estão na raiz do modo de produção capitalista, deve incentivar a participação social na forma de uma ação política. Como tal, ela deve ser aberta ao diálogo e ao embate, visando à explicitação das contradições teórico-práticas subjacentes a projetos societários que estão permanentemente em disputa.”  (TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008)

“Um processo educativo eminentemente político, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consciência crítica acerca das instituições, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estratégia pedagógica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exercício da cidadania, pautados na criação de demandas por políticas públicas participativas conforme requer a gestão ambiental democrática.” (LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implicações na educação, 2002.)

MOUSINHO, P. Glossário. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no século 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.

Disponível em: http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/politica-de-educacao-ambiental